Valentina chegou...
Como feixe
de luz celestial
Trajando
pele amorenada
E brilho
reluzente no olhar,
Mesclada de
indizível beleza
E exalando
candura e poesia
Do seu puro
e aveludado mundo!
Floresce
desenhada em beleza
Perfumando
candidamente
Como flor de
ipê no cerrado,
Carrega
dentro de si o arco-íris
E vai
deixando laivos de cores
Por onde
quer que passe!
Quando o sol
pinta de dourado
As tardes
calmas de setembro,
Balbucia sem
embaraços
O colorido
que a vida lhe dá
E despida de
todos os medos
Inspira
purpurina de amor!
Contagia com
sua vivacidade
Como vento a
roçar o rosto
E matizada
de indizível emoção
Surpreende
com sua felicidade
Transformando
as horas do dia!
Valentina
chegou
E sem presa
ilumina
Como lampião
aceso
Rasgando os
bels
Da escuridão!





