Vagueia
Como
coisa inatingível
Em meio
ao breu da noite,
Sente a
distancia das estrelas,
Como se
no íntimo não tivesse
Motivos
para querê-las...
Divaga
À luz de
seus pensamentos
Como um
pêndulo oscilante,
Silente e
Misterioso
Como se no
fundo
Fosse
pássaro pressagioso!
Envereda
Pelos labirintos obscuros do seu eu,
Como ser totalmente obsoleto
Pelos labirintos obscuros do seu eu,
Como ser totalmente obsoleto
No
enigma que no âmago sustenta,
Busca lá onde não existe
Busca lá onde não existe
Uma alma
mais sedenta!
Perambula
Nas asas
de Pégaso,
Como vento da madrugada
Como vento da madrugada
Encantado
com a melodia,
Faz-se
discreto segredo
Nos versos
soltos da poesia!
(Maristela Alves)
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