Era naquela
mesa de madeira
Na parede
da despensa encostada,
Onde ele sentava
por horas
A
bebericar sua cerveja gelada!
Ali ele
contava histórias
Recentes
e dos velhos tempos,
Histórias
dele e de outros
E todos
ouviam atentos!
Ali
também ficava o radinho
AM/FM a
pilha e a energia
Que escutava
atentamente,
O que pensava
ninguém sabia!
Conhecimento
de mundo ele tinha
E
analisava como ninguém,
Fazia
leituras fantásticas
Do
comportamento de alguém!
Daquela mesa ele
via
O tempo passar
lentamente,
Registrando cada
segundo
E guardando tudo
na mente!
E hoje ao olhar
aquela mesa
Sinto uma
saudade sem fim,
Naquela mesa está
faltando ele
E a saudade dele está doendo em mim!
E a saudade dele está doendo em mim!
(Maristela Alves)

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