Hoje uma
amiga cantou:
“ Tum Tum
Tum bateu
Tum Tum
Tum bateu
Tum Tum
Tum bateu
A saudade
bateu que doeu”.
Cantou e
cantou
Aquela
melodia,
Mal ela
sabia
Que era
em mim
Que a
saudade doía!
Saudade
do cafezinho
Servido
na cama
Ainda ao amanhecer.
Saudade
do “ Neguinha”
Que nunca
vou esquecer!
Saudade
das conversas
À mesa ao
acordar.
Saudade
do arrastar
Dos seus
chinelos
No
corredor ao caminhar.
Saudade
que não passa
Saudade, saudade
Que no
meu peito dói.
Saudade
do meu pai,
Saudade
do meu herói.
Que lindo, Maristela. E que linda a relação seu Mário construiu com a família. Li, e me veio à memória seu pai contando histórias, sorrindo e distribuindo amabilidades. Que privilégio poder ter desfrutado de sua companhia! Saudades!
ResponderExcluirGrata, Luiz! Meu pai foi muito feliz conosco e com os amigos que teve ao longo dos anos, inclusive vocês. Saudades também, querido!
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