Como eu queria ter
A garra e a
determinação
Daquele
matuto amado
Que saiu do
sertão
Pra viver no
cerrado.
Com a
família ele veio
A sorte aqui
tentar.
Deixou para
trás
A Santana
querida
E os seus ancestrais!
No
sertão deixou
O
calor tão amado.
Para
aqui no cerrado
Conhecer
de perto
O frio
chanfrado!
Do sertão tinha saudades
Mas não pensava em voltar.
Fincou aqui as suas raízes,
Aumentou a família,
E teve dias felizes.
Sua missão ele cumpriu
E agora deixou o cerrado
O qual aprendeu a amar
Com um leve sorriso no rosto
Para no céu ir morar!
De ninguém se despediu
Só ouviu a voz de Deus
Lhe chamando: filho meu,
É chegada a sua hora
Atenda ao pedido meu.
Como eu queria viver
Do jeito que ele viveu.
A paz e a sabedoria,
E o jeito descontraído
De viver o seu dia a dia!

Lindas e sinceras palavras.
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