foto by
Marcos Rocha e Patrícia Otsubo
No azul da mocidade as asas soltam,
E voa com doçura
a bailarina
Como se tivesse o infinito nas mãos
Com leveza de borboleta
E encanto de menina!
Perfumando nas tardes do
cerrado
Voa a bailarina nas notas da canção
Como flor do cerrado solta ao vento
Bailando por entre as flores
Encantando meu coração!
Com as sapatilhas atadas aos pés
Voa devagar, quase não pisa no chão,
No palco das minhas lembranças
Com passos suaves e elegantes
Purpurina de paz meu coração!
E como chuva que cai de mansinho
Voa
na poesia dos passos que traça
Imponente
na amplidão do céu
Livre nas asas da imaginação
Rodopia meus sonhos com graça!
Menina que sorri feito sol de verão
Ora bailarina, ora borboleta em flor
Encanta como os sinos de
Jerusalém,
Tem no rosto o mais belo dos
sorrisos
E nos pés a magia do
amor!
Voa, bailarina, voa...
(Poema inspirado na foto
do ensaio da bailarina Magiu, pelos seus 15 anos/filha da amiga Tainara Bonaldi)







