(Foto: Maristela Alves)
Fui rever minha Santana
No extremo oeste da Bahia,
Revi amigos e familiares
Que há muito não os via!
Flori em meio à seca
Como palma no sertão,
Busquei as minhas origens
Nas histórias contadas com
emoção!
Na rua de pedras calçada
Onde quando criança brincava
Revi Dona Nana de Seu
Ermelino
E um filme em minha mente
rebobinava!
Dona Pombinha e Seu João
Flores
No céu agora fazem morada,
Iracema e Carmem fui abraçar
Numa manhã quente e
ensolarada!
Flori, regada de saudosismo
À Dona Lourdes de Jaime
encontrar,
Ouvia ávida as suas histórias
Como água no pote a tomar!
Visitei o bar do Seu Rachinha
E seu museu de fotos antigas,
Extasiei-me com algumas delas
Retratando pessoas por mim
queridas!
Da Santana que deixei pouco
existe,
Não corre mais o riacho da
minha infância,
Mas, ainda ouço ao longe a
mulher e seu canto
Ao lavar roupas ou dar banho na
criança!
Na Rua Dos Canelas, a casa de
Dinha,
Reportou-me lembranças sem
fim,
Um longo corredor e o
alpendre no fundo,
E a santa do quadro na parede
a olhar para mim.
Com Nazinha de Didi, prima fantástica,
Senti-me num céu repleto de estrelas,
Vi a Santana de hoje como se
ontem fosse,
Como foi emocionante revê-las.
(Maristela
Alves)
Parabéns! Ficou muito lindo! Adorei! Beijos!
ResponderExcluirMuito bonito! Parabéns! Escreve muito bem :)
ResponderExcluirAbraço!
Lindoo...e volte mais vezes!!!.
ResponderExcluirGostei parabéns bem travadas as palavras����������
ResponderExcluirLindo poema!
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